APLOMB II: Reencontro de Hugo França e Tom Fecht ocorre na Galeria Bolsa de Arte em Porto Alegre
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Mostra traz ao público gaúcho obras inéditas e desafiadoras de ambos os artistas, aprofundando o diálogo entre arte, natureza e percepção humana
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Após seis anos da primeira colaboração na exposição APLOMB, realizada em 2019, em São Paulo, os artistas Hugo França (Brasil) e Tom Fecht (Alemanha) se reencontram para apresentar APLOMB II — agora em edição inédita no Rio Grande do Sul. A mostra traz ao público de Porto Alegre obras inéditas e desafiadoras de ambos os artistas, aprofundando o diálogo entre arte, natureza e percepção humana.
Entre esculturas monumentais de madeira criadas por Hugo França e as instigantes fotografias de fenômenos naturais capturadas por Tom Fecht, a exposição convida o visitante a confrontar sua própria finitude diante das forças e escalas da natureza. APLOMB II une poesia e ciência em uma experiência sensorial que transcende o espaço expositivo, evocando reflexão, encantamento e respeito pela vastidão natural que nos rodeia.
A abertura de APLOMB II ocorre no dia 28 de julho próximo, das 17h às 21h, e contará com o lançamento do livro “Hugo França” publicado pela Editora da FGV. A visitação ocorre de 29 de agosto a 11 de outubro próximo, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h; aos sábados, das 10h as 13h30min.
Sobre os artistas: Hugo França (1954- Porto Alegre-RS, vive e trabalha em Trancoso-BA) É um escultor e designer brasileiro conhecido por suas esculturas-móveis feitas a partir de madeira de árvores caídas, raízes e canoas abandonadas. Cria peças únicas, explorando a forma natural da madeira e trabalhando em diálogo com a natureza. Hugo França vive e trabalha em Trancoso, na Bahia, onde se inspira na observação das árvores e no contato com a comunidade local, especialmente os indígenas do povo Pataxó. Seu trabalho já pode ser visto nos E.U.A, Canadá, França e Reino Unido.
Tom Fecht (1952- Frankenberg-Alemanha, vive e trabalha entre Alemanha e França) Adota a fotografia como meio de pesquisa nos anos 1990, tendo pesquisas sobre paisagens marinhas, fenômenos naturais e microrganismos dificilmente vistos a olho nu, como cerne de sua pesquisa, permeada por imagens minimalistas e de grandes escalas. Estudou cibernética, termodinâmica e engenharia na Universidade de Columbia (E.U.A) e história da arte Technische Universität (Alemanha). Fecht possui patentes próprias e lecionou na Universidade de Cornell, em Nova York, no Royal College of Art e no Imperial College, em Londres. Sua pesquisa atual explora o potencial termodinâmico das gelatinas de prata em colaboração com o CNRS Bordeaux. Seu trabalho é regularmente apresentado no TEFAF Maastricht e Nova York e tem sido apresentado em exposições e coleções de museus, incluindo a Neue Nationalgalerie e Martin-Gropius-Bau em Berlim; Hambúrguer Kunsthalle; Bundeskunsthalle, Bonn; Royal College of Art, Londres; Helmhaus Zurique; Museu DKM, Duisburg; Museu Folkwang Essen; MuCEM Marselha; Musée des Beaux-Arts LAAC, Dunkerque e Musée des Beaux-Arts de Liège. Em 2025, foi um dos doze indicados ao Prix Pictet, na Suíça.
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