Dia do Colono e Motorista - Um dia para ser celebrado por todos
A escolha do dia 25 de julho para celebrar o Dia do Colono e Motorista evidencia a chegada das primeiras famílias de imigrantes alemães na então Província de São Pedro no ano de 1824.
Eles foram instalados pelas autoridades do governo imperial na Feitoria do Linho Cânhamo, atual município de São Leopoldo. A data foi celebrada no primeiro centenário e institucionalizada através da Lei Federal 5.496 em 1968.
Desde o século passado a data é comemorada em todo o país, e em muitos municípios é feriado neste dia. A figura do “colono” - imigrantes de diversas nacionalidades que deixaram o continente europeu para se estabelecer a partir do século XIX no Brasil, especialmente nas regiões sul e sudeste -, foram determinantes no povoamento do solo e na implantação de diversas culturas, consolidando a agricultura, pilar da economia nacional.
A data é amplamente celebrada nos diferentes quadrantes do RS e do Brasil, com eventos sociais e culturais promovidos pelos sindicatos rurais e dos transportadores, prefeituras, órgãos públicos e comunidades religiosas. Como nos anos anteriores as programações incluem desfile e bênção de máquinas agrícolas e caminhões, procissões motorizadas, missas de ação de graças, almoços comunitários e exposições de produtos coloniais, entre outros.
A força econômica do agro
O setor primário é considerado o motor da economia do Estado e representa cerca de 40% do PIB gaúcho. Engrenagem vital dessa força, o motorista e o transporte rodoviário são responsáveis por escoar 96% da produção agrícola, desde os insumos no campo até as cooperativas e os portos para a exportação. O Estado é um dos maiores produtores de alimentos do país, movimentando a economia nacional e liderando as exportações, com destaque para a produção de soja, milho e arroz, carne, leite, tabaco e erva-mate.
O papel do transporte e do motorista
Sem o transporte, a cadeia do agronegócio para, e o motorista profissional é responsável pelo fluxo contínuo da cadeia produtiva. As sementes, os fertilizantes e a ração para fazenda são transportadas pelo caminhão, e por este modo a colheita é escoada para os centros de distribuição, indústria e para o Porto de Rio Grande.
Os desafios
As intempéries climáticas exigem desafios permanentes. Além de impactar a produção primária, elas afetam a infraestrutura rodoviária, e exigem a manutenção e renovação da frota. Para mitigar os impactos extremos de estiagem e cheias, governos, órgãos de pesquisa e cooperativas estão executando ações estruturais e financeiras.
Autarquias como a Emater/RS-Ascar e Embrapa vêm orientando os produtores rurais sobre drenagem de áreas propensas a cheias, conservação do solo e monitoramento em tempo real. Estímulo à adesão estrita ao Zoneamento Agrícola de Risco Climático, contratação do seguro rural e inúmeros outros programas estão contribuindo sobremaneira.













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