Cirurgiões digestivos do HC escrevem capítulo de livro internacional
Dr. Jorge Carlotto e Dr. Marcos Dal Vesco abordaram alternativas menos invasivas para lesões do pâncreas ocasionadas por traumas abdominais
Os cirurgiões digestivos Dr. Jorge Carlotto e Dr. Marcos Dal Vesco, do Hospital de Clínicas (HC) de Passo Fundo, integraram a publicação internacional Minimally Invasive Surgery Trauma: Laparoscopic and Robotic Approach, lançada pela Springer Nature em julho de 2026.
A obra reúne especialistas globais em 34 capítulos dedicados ao uso de técnicas laparoscópicas e robóticas no atendimento ao trauma, posicionando os profissionais do Rio Grande do Sul em destaque no cenário científico mundial.
“Receber o convite foi para nós uma validação do nosso trabalho em cuidar nossos pacientes enquanto contribuímos para a formação de profissionais e responsabilidade ao exigir rigor científico, qualidade editorial e ética.” enfatiza Dr. Marcos Dal Vesco.
Ao analisar a abordagem por laparoscopia das lesões pancreáticas, os autores fortalecem a contribuição acadêmica e científica do médico, contribuindo para o desenvolvimento da especialidade “O grande ponto que o livro traz são abordagens menos invasivas para o tratamento das lesões traumáticas, tanto é que o grande objetivo é de que o tratamento do trauma seja por videocirurgia ou robótica. Para este capítulo, colaboramos com o Grupo de Cirurgia do Trauma do Hospital de Base de Brasília. É uma publicação internacional, com os principais autores relacionados à cirurgia do trauma do Brasil e do mundo.” explica Dr. Jorge Carlotto.
Relacionando as evidências científicas com as vivências médicas da equipe, os especialistas destacam na publicação que a laparoscopia oferece vantagens como menor permanência hospitalar, menos dor e recuperação mais rápida. “O trauma pancreático é uma condição rara, representando menos de 2% dos casos de trauma, principalmente resultantes de mecanismos contundentes, como os impactos abdominais. Sua localização retroperitoneal proporciona alguma proteção, mas também dificulta o diagnóstico precoce, contribuindo para a alta morbidade e mortalidade.” descrevem os autores.
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Natieli Batistela Comunicação Social |













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