Instituto Estadual do Livro divulga finalistas do Prêmio Minuano de 2025

Instituto Estadual do Livro divulga finalistas do Prêmio Minuano de 2025
Vencedores serão conhecidos no dia 13 de novembro. (Foto: Arquivo/IEL)

Vinculado à Secretaria da Cultura (Sedac) do Rio Grande do Su. o Instituto Estadual do Livro (IEL) anunciou nessa quinta-feira (16) as publicações finalistas da edição 2025 do Prêmio Minuano de Literatura. Os vencedores de cada categoria serão conhecidos em cerimônia no dia 13 de novembro, durante a Feira do Livro de Porto Alegre.

Cada um dos agraciados receberá troféu e R$ 5 mil em dinheiro. Além disso, o “Livro do Ano” ganhará um troféu e mais R$ 5 mil, totalizando assim R$ 10 mil.

As comissões de avaliação, compostas por professores, escritores e profissionais da área do livro, indicaram três títulos em cada um dos segmentos do concurso: Narrativa Longa, Narrativa Curta, Poesia, Infantil, Juvenil e Não Ficção. O IEL recebeu 381 inscrições, das quais 334 foram homologadas. Outros detalhes estão disponíveis no site ielrs.org.br.

Narrativa Longa

– “Açougueira”, de Marina Monteiro;
– “A Mulher de Dois Esqueletos”, de Julia Dantas;
– “Vera”, de José Falero, Editora Todavia.

Narrativa Curta

– “Cidade Abstrata”, de Flávio Kiefer;
– “Condições Ideais de Navegação Para Iniciantes”, de Natalia Borges Polesso;
– “Flora e Fauna”, de Luciana Brandão.

Poesia

– “A Passageira”, de Lorena Martins;
– “Kitnet de Vidro”, de Diuli de Castilhos;
– “O Mar Enquanto”, de Diego Lock Farina.

Infantil

– “Deu a Louca nas Lendas”, de Antônio Schimeneck, Anna Claudia Ramos e Rafa Antón;
– “Meu Pai saiu Para Fazer Barcos”, de Pablo Morenno e Lumina Pirilampus;
– “Mundo Robô”, de Christian David, Alexandre Brito e Isabela Santos.

Juvenil

– “Até que o divórcio vos reúna”, de Bruna Tessuto
– “6 Estrelas e o Mistério da Dama Fantasma”, de Maristela Scheuer Deves;
– “Pólvora”, de Rafael Marantes.

Não Ficção

– “A Enchente de 24”, de André Malinoski, Marcelo Gonzatto e Rodrigo Lopes;
– “Da Sempre Tua”, de Claudia Tajes e Diana Corso;
– “O Que Não Tem Censura Nem Nunca Terá”, de Márcio Pinheiro.