No Interior do Estado, empresário é condenado à prisão por simular furto de armas em sua loja
Mais de 11 anos de prisão em regime inicialmente fechado, além de multa. Essa é a sentença imposta pela Justiça a um empresário que forjou o furto de armas-de-fogo em sua loja de artigos para caça e pesca na cidade gaúcha de Cruz Alta (Região Noroeste). Outros seis denunciados também foram condenadas por envolvimento no crime, cometido em uma madrugada de fevereiro do ano passado.
Conforme a investigação do incidente, o grupo forjou um ataque simulado ao estabelecimento, no bairro Toríbio Veríssimo. O resultado foi a subtração de pistolas, espingarda e até fuzil e submetralhadoras, como forma de encobrir o repasse dos artefatos a um grupo criminoso que atua na região.
As acusações abrangem comércio ilegal de armamento, organização criminosa e falsa comunicação de crime. O proprietário da loja está preso, assim como os demais participantes do plano. Eles receberam penas de quatro a oito anos de cadeia, também sob regime inicialmente fechado – exceto dois, que podem responder em liberdade. Já um oitavo investigado foi absolvido.
O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) avalia que as penas definidas para os réus devem ser maiores. Por esse motivo, já adiantou que recorrerá à Justiça.
O SUL













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