Bovinocultura não apontou desconforto térmico no Rio Grande do Sul neste inverno

Bovinocultura não apontou desconforto térmico no Rio Grande do Sul neste inverno
A estação não trouxe tais prejuízos a saúde dos animais

A estação não trouxe tais prejuízos a saúde dos animais, apenas em episódios pontuais e localizados

Estes são os resultados das análises de dados publicadas no Comunicado Agrometereológico 75 - Especial Biometeorológico Inverno 2024, editado pelo Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDPA/Seapi).

O Comunicado analisa as condições meteorológicas ocorridas no período, como precipitação pluvial, temperatura e umidade do ar. Utilizando o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), a publicação documenta e identifica as faixas de conforto/desconforto térmico às quais os animais foram submetidos, estimando os efeitos na produção de leite.

"Nas estações mais frias do ano, como nos invernos, normalmente os valores médios registrados de temperatura e umidade relativa do ar não oferecem condição ambiental que desencadeie situações de estresse térmico calórico para os bovinos leiteiros", explica a pesquisadora Ivonete Tazzo, uma das autoras do Comunicado.

Por outro lado, durante o inverno, a ocorrência de fatores como chuvas, geadas e pouca incidência de radiação solar global podem interferir na alimentação dos animais. "São fatores que trazem impactos às pastagens nativas e cultivadas, ou à produção e ao armazenamento de silagem e de feno, afetando a saúde e o desempenho dos animais", complementa Ivonete.

 

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