Gaeco realiza Operação Papillon no presídio de Erechim
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) esteve no Presídio Estadual de Erechim, no início da tarde desta terça-feira (12). O objetivo foi realizar uma revista geral na casa prisional em busca de armas, drogas, celulares, anotações, documentos, dinheiro e demais materiais considerados de uso proibido.
Além disso, a ação – que é resultado de uma investigação do 7° Núcleo Regional do Gaeco – também teve como meta combater delitos de uma organização criminosa e lavagem de dinheiro. Os investigados conseguiam o ingresso de objetos ilícitos no local e comercializavam estes produtos.
O responsável pela “Operação Papillon”, nome dado à ação realizada nesta terça-feira, promotor de Justiça, Diego Pessi, ressalta o apoio dos promotores de Justiça Álvaro Poglia, Marcelo Pires e Fabrício Alegretti. A operação contou com cerca de 50 agentes e a investigação ocorre há seis meses. Ao todo, 10 presos são alvo da apuração.
Coibir ilícitos
Os agentes do MPRS, com apoio do Grupo de Intervenção Rápida (GIR) da 4° Região da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), ingressaram no presídio por volta de 12h. O coordenador do Gaeco, promotor de Justiça, André Dal Molin, diz que o “grupo sempre tem uma preocupação em relação ao sistema prisional do Estado e por isso está atuando mais uma vez para coibir a entrada ilegal de armas, drogas e outros utensílios proibidos dentro dos presídios e penitenciárias”.
Organizações criminosa
Para o responsável pela “Operação Papillon”, nome dado à ação realizada nesta terça-feira, promotor de Justiça, Diego Pessi, “esta etapa da investigação, que consiste na parte operacional, se insere no contexto de investigações do 7° Núcleo Regional do Gaeco/MPRS visando reprimir a atuação de organizações criminosas no âmbito do sistema prisional e conta com o apoio das Promotorias de Justiça vinculadas à Vara de Execuções Criminais Regional e da Promotoria de Justiça Criminal da Execução Penal de Erechim”.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO













Comentários (0)